terça-feira, 28 de outubro de 2014

A corrupção reelegeu Dilma Rousseff

*Júlio César Cardoso
Imagem: GP1Júlio César Cardoso(Imagem:GP1)Júlio César Cardoso

Parabéns ao Rio Grande do Sul que não soube se ajoelhar ao PT e mandou o atual governador petista, Tarso Genro, procurar outro emprego. O RS dá um belo exemplo democrático de alternância governamental ao não permitir que um partido ou governo se eternize no poder.

Diferente dos sectários petistas, que não aceitaram a condenação pelo STF da quadrilha do mensalão, que denegria a nação, como se aqui não vigorasse um estado democrático de direito, o segmento eleitoral ora derrotado, embora de forma apertada, reconhece a legitimidade da reeleição de Dilma Rousseff.

Não resta dúvida de que no plano nacional, erramos. Não sabíamos que 54.501.118 eleitores nacionais eram comparsas de um governo corrupto. E o Brasil não merece.

Não devemos culpar o povo do Norte e Nordeste, que deu a vitória ao PT. Essa região sabe muito bem que o país precisa de renovação. Mas grande parcela de sua população vive esquecida por seus políticos regionais, que só se locupletam, e caiu direitinho na armadilha política eleitoral petista do Bolsa Família, como se isso fosse solução para os seus problemas.

Só que esses dependentes do Bolsa Família jamais sairão de seu estado de pobreza porque a política governamental não é de investimento na produção de riquezas para gerar empregos em larga escala, e nem de fortalecimento do ensino básico em todos os rincões nacionais - voltado à formação de um corpo docente competente e bem remunerado, para atuar em recintos escolares com toda infraestrutura - para que os filhos dos miseráveis brasileiros também não venham a ser os futuros clientes do Bolsa Família.

Peguemos um exemplo de como funcionou bem o curral eleitoral do Bolsa Família em favor de Dilma Rousseff: o município de Belégua-MA, um dos mais atrasados dos Estados nordestinos, com mais da metade da população dependente do Bolsa Família, proporcionou a Dilma 94% dos votos válidos.

Com o resultado da eleição, o Brasil está praticamente dividido. De um lado os Estados do PT (Norte/Nordeste), com economia e educação não desenvolvidas. Do outro, Estados do PSDB (Sudeste, Sul e Centro-Oeste), com economia e educação mais desenvolvidas e gerando riquezas para o país. Agora, o Norte/Nordeste não poderá reclamar da continuidade de seu subdesenvolvimento. A região apostou que o velho governo do PT de 12 anos vai fazer o que não fez: reforma fiscal, política, melhorar o país, combater a inflação e a corrupção. Esta, a corrupção, sempre foi irmã siamesa do governo petista: mensalão. E eis o rumoroso caso da corrupção na Petrobras, que o governo tenta esconder, como prova contundente do ilícito: o doleiro Alberto Youssef, caixa do esquema de corrupção na Petrobras, revelou à Polícia Federal e ao Ministério Público, na terça-feira passada, que Lula e Dilma Rousseff tinham conhecimento das tenebrosas transações na estatal.

Mas não está tudo perdido. A grave denúncia do doleiro Youssef contra Lula e Dilma Rousseff ainda poderá salvar o país.

*Júlio César Cardoso é bacharel em Direito e servidor federal aposentado

Deputado piauiense diz existir medo entre politicos suspeitos de envolvimento com o "Petrolão"

Procurado no início da noite de ontem para falar sobre as declarações feitas minutos antes pela Presidente Dilma Rousseff de que apoiará firmemente as investigações em torno do escândalo da Petrobras, "doa a quem doer", um deputado federal reeleito revelou, sob promessa de que não seria identificado, que nunca "vi tanto medo entre um grupo de deputados e uns poucos senadores que são apontados silenciosamente como frequentadores assíduos de Paulo Roberto Costa, o diretor da Petrobras beneficiado com a delação premiada".

De acordo com esse parlamentar piauiense, que tem muito trânsito em Brasília, "os mais desconfiados e amedrontados são aqueles de conhecidas ligações com o "Dudu da Fonte", que frequentava muito o gabinete de Paulo Roberto Costa na diretoria de abastecimento da Petrobras".

Quem é?

"Dudu da Fonte", a quem o deputado do Piauí se refere, é o deputado pernambucano Eduardo da Fonte, do Partido Progressista (PP) e citado como politico ligado ao senador piauiense Ciro Nogueira, presidente nacional da agremiação, que recentemente, ao ter o seu nome relacionado pela imprensa nacional, anunciou que renuncia ao mandato se alguém comprovar o seu envolvimento no escândalo.
Imagem: Lúcio Bernardo JrDudu da Fonte(Imagem:Lúcio Bernardo Jr)Dudu da Fonte
Falando ao vivo no jornal nacional de ontem, a presidente reeleita disse que não abre mão da investigação na Petrobras, que deve ir a fundo, porque é uma exigência da população brasileira e um dos seus compromissos: "É preciso que se faça justiça, doa a quem doer", afirmou Dilma.

Governador Zé Filho fortalece abastecimento de água em Bairro de Parnaíba


O problema da constante falta de água no Bairro Planalto Monte Serrat em Parnaíba deve chegar ao fim, segundo técnicos da Agespisa águas e esgotos do Piauí. Uma equipe formada por mais de dez homens trabalham há pelo menos trinta dias para beneficiar mais de cem famílias que dependem da água como fonte de vida. Segundo os moradores a primeira dama e Dep. Estadual Juliana Moraes Souza está cumprindo com sua palavra levando água de melhor qualidade para o local.

A interligação está sendo feita para melhorar o abastecimento e chegar em residências que antes não havia água tratada. O governador Zé Filho desde o começo de seu mandato tem demonstrado preocupação com as famílias mais humildes. Em algumas entrevistas o governador chegou a dizer que água é vida e também implantou cisternas por diversas cidades do Piauí. O coordenador operacional da Agespisa, Euclides Junior, falou sobre o trabalho que está sendo feito no local e que é determinação do governo do estado.



Mesmo com muita dificuldade de locomoção das equipes por conta das ruas em sua totalidade ainda na areia, os homens continuam trabalhando em ritmo acelerado para finalizar o trabalho no Bairro Mont Serrat  até o fim da próxima semana.

Por: Denílson Freitas/Blog do Pessoa

"Foi a eleição mais suja que já vi", diz Robert Rios

“Foi a eleição mais suja que já vi”. O desabafo partiu o deputado estadual Robert Rios Magalhães (PDT) ao se referir à reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT). Robert disse que o Brasil se dividiu entre os que foram encurralados com as políticas sociais e os que votaram de forma independente, livre de pressões.
Imagem: Germana Chaves/GP1Robert Rios(Imagem:Germana Chaves/GP1)Robert Rios
“Essa foi a eleição mais suja que eu já vi. Presenciei o Brasil que sofre com a pressão das políticas sociais e o voto consciente, livre e de voz ativa”, destacou.

Mesmo sem esconder o descontentamento, com o resultado das eleições que permitiu Dilma por mais quatro anos como presidente, Robert deixou claro que “eu não vou torcer contra, pois eu estaria contra o Brasil”.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

"Lula e Dilma se beneficiavam com a corrupção", diz Robert sobre escândalo na Petrobras

Segundo reportagem da revista Veja, em depoimento à Polícia Federal, o doleiro Alberto Yousseff afirmou que Lula e Dilma sabiam do esquema de corrupção instalado na Petrobras.

GERMANA CHAVES, DO GP1

A revista Veja reproduziu depoimento do doleiro Alberto Yousseff à Policia Federal. O delator foi taxativo ao afirmar que Lula e a presidente Dilma Rousseff, sabiam do esquema de corrupção instalado na Petrobras.
Imagem: Germana Chaves/GP1Robert Rios(Imagem:Germana Chaves/GP1)Robert Rios
O deputado estadual, Robert Rios Magalhães (PDT-PI), não ficou surpreso com a declaração do doleiro: “3% eram desviados e destes, 2% eram usados para sustentar a máquina eleitoral do PT. Lula e Dilma não só sabiam dos desvios como se beneficiavam com a corrupção”, garantiu.

Robert acredita que se Dilma Rousseff for reeleita, o Brasil será transformado em uma Venezuela. “Se acontecer, o Brasil vai virar uma Venezuela, uma Cuba. Essas eleições são uma farsa. Se a Dilma ganhar teremos um simulacro de eleição no futuro”.

O deputado do PDT completou: “Todos os países estão estarrecidos com a corrupção instalada pelo PT no Brasil”. 

Leia íntegra da matéria de 'Veja' que traz depoimento de Alberto Youssef

A revista Veja, em Edição Especial, nesta semana continua a trazer os desdobramentos de um dos maiores crimes de corrupção da história. Desta vez um fato “estarrecedor” e que revela muito mais do que se esperava sobre o esquema de corrupção na Petrobras. Transcrições de áudios do depoimento do doleiro Alberto Youssef que comprovariam o que a presidente Dilma Rousseff mais nega: conhecimento total sobre o esquema de corrupção do “petrolão”.
Na última terça-feira, o doleiro Alberto Youssef entrou na sala de interrogatórios da Polícia Federal em Curitiba para prestar mais um depoimento em seu processo de delação premiada. Como faz desde o dia 29 de setembro, sentou-se ao lado de seu advogado, pôs os braços sobre a mesa, olhou para a câmera posicionada à sua frente e se colocou à disposição das autoridades para contar tudo o que fez, viu e ouviu enquanto comandou um esquema de lavagem de dinheiro suspeito de movimentar 10 bilhões de reais.
A temporada na cadeia produziu mudanças profundas em Youssef. Encarcerado desde março, o doleiro está bem mais magro, tem o rosto pálido, o cabelo raspado e não cultiva mais a barba. O estado de espírito também é outro. Antes afeito às sombras e ao silêncio, Youssef mostra desassombro para denunciar, apontar e distribuir responsabilidades na camarilha que assaltou durante quase uma década os cofres da Petrobras. Com a autoridade de quem atuava como o banco clandestino do esquema, ele adicionou novos personagens à trama criminosa, que agora atinge o topo da República.
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Parte da lista de corrompidos já veio a público. Faltava clarear o lado dos corruptores e na terça, Youssef apresentou o ponto crucial de uma delação premiada. Durante o interrogatório, perguntado sobre o nível de comprometimento de autoridades no esquema de corrupção na Petrobras, o doleiro foi taxativo:
— O Planalto sabia de tudo!
— Mas quem no Planalto?, perguntou o delegado.
— Lula e Dilma, respondeu o doleiro.
Para conseguir os benefícios de um acordo de delação premiada é de interesse do delator que não se falsifique os fatos, visto acordo firmado com o Ministério Público em que quem pleiteia uma delação premiada não pode mentir. Se ficar provado que o delator, Alberto Youssef, não contou a verdade, os benefícios que recebeu como parte do acordo, como a liberdade provisória, são suspensos e a pena pode ser aumentada em até 4 anos, então nesse processo acredita-se que o delator não se furta da verdade pela busca da liberdade.
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Nesse depoimento Youssef não apresentou e nem foi pedido provas do que ele disse, pois o que interessa nessa fase do processo é saber se ele atuou diretamente ou presenciou as ilegalidades. Ou seja, querem estar certos de que não lidam com um fabulador ou alguém interessado apenas em ganhar tempo fornecendo pistas falsas. Tudo indica que o processo de delação premiada de Youssef será homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) já que ele vem contribuindo com as investigações. Aos investigadores Youssef detalhou seu papel de caixa do esquema, sua rotina de visita aos gabinetes poderosos no Executivo e no Legislativo para tratar das operações de lavagem de dinheiro obtidos em transações tenebrosas na estatal. Cabia a ele expatriar e trazer de volta o dinheiro quando os envolvidos precisassem. Ele já contou que pagava em nome do PT mesadas de R$ 100 mil a R$ 150 mil a parlamentares aliados ao partido no Congresso. Citou nominalmente a ex-ministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann a quem ele teria passado R$ 1 milhão em 2010. Yousseff disse que o dinheiro foi entregue em um shopping de Curitiba. Já a senadora negou que tenha sido beneficiada.
O doleiro também relatou um episódio ocorrido, segundo ele, no fim do governo Lula. De acordo com o doleiro, ele foi convocado pelo então presidente da Petrobras, Sergio Gabrielli, para acalmar uma empresa de publicidade que ameaçava explodir o esquema de corrupção na estatal. A empresa queixava-se de que depois de pagar de forma antecipada a propina aos políticos, tivera seu contrato reincidido. Homem de confiança de Lula, Gabrielli, determinou a Youssef que captasse R$ 1 milhão as empreiteiras que participavam do petrolão a fim de comprar o silêncio da empresa de publicidade. E assim foi feito.
No depoimento, Yousseff convenceu os investigadores de que tem condições de obter provas de que a operação não poderia ter existido sem o conhecimento de Lula e Dilma, seja pelos valores envolvidos, seja pelo contato de Paulo Roberto da Costa com ambos, pelas operações de câmbio que fazia em favor de aliados do PT e de tesoureiros do partido e principalmente pelo fato de que altos cargos da Petrobras envolvidos no esquema mudavam de dono a partir de ordens do Planalto.
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Os policiais estão impressionados com a fartura de detalhes narrados por Youssef com base, por enquanto em sua memória.
O doleiro se comprometeu a mostrar documentos que comprovam pelo menos dois pagamentos a Vaccari Neto. O dinheiro desviado dos cofres da Petrobras, teria sido repassado a partir de transações simuladas entre clientes do banco clandestino de Yousseff e uma empresa de fachada criada por Vaccari. O doleiro disse que as provas desses e de outros pagamentos estão guardadas em um arquivo com mais de 10 mil notas fiscais que serão apresentadas por ele como evidências. Nesse tesouro do crime organizado, segundo Youssef, está a prova de uma das revelações mais extraordinárias prometidas por ele a qual já falou aos investigadores: o número das contas secretas do PT que ele operava em nome do partido em paraísos fiscais. O doleiro se comprometeu a ajudar a Polícia Federal a localizar as datas e os valores das operações que teria feito por instrução da cúpula do PT.
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Depois da homologação da delação premiada, que parece assegurada pelo o que Youssef disse até a semana passada, o doleiro terá que apresentar à Justiça mais de que versões de episódios públicos envolvendo a presidente. Pela posição chave no esquema, os investigadores estão confiantes que em que ele produzirá provas necessárias para a investigação prosseguir.
Na semana que vem Alberto Youssef terá a oportunidade de relatar um episódio ocorrido em março deste ano, poucos dias antes de ser preso. Ele dirá que um integrante da coordenação da campanha presidencial do PT que ele conhecia pelo nome de “Felipe” lhe telefonou para marcar um encontro pessoa e adiantou o assunto: repatriar R$ 20 milhões que seriam usados na campanha na campanha presidencial de Dilma Rousseff.
Publicado Por: Larice Sena

AÉCIO lidera no Sensus

ISTOÉ/SENSUS
Pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada a partir da terça-feira 21 reafirma a liderança de Aécio Neves (PSDB) sobre a petista Dilma Rousseff nos últimos dias da disputa pela sucessão presidencial. Segundo o levantamento que entrevistou 2 mil eleitores de 24 Estados, o tucano soma 54,6% dos votos válidos, contra 45,4% obtidos pela presidenta Dilma Rousseff. Uma diferença de 9,2 pontos percentuais, o que equivale a aproximadamente 12,8 milhões de votos.
A pesquisa também constatou que a dois dias das eleições 11,9% do eleitorado ainda não decidiu em quem votar. “Como no primeiro turno, deverá haver uma grande movimentação do eleitor no próprio dia da votação”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. Se for considerado o número total de votos, a pesquisa indica que Aécio conta com o apoio de 48,1% do eleitorado e a candidata do PT 40%.
De acordo com Guedes, a pesquisa realizada em cinco regiões do País e em 136 municípios revela que o índice de rejeição à candidatura de Dilma Rousseff se mantém bastante elevado para quem disputa. 44,2% dos eleitores afirmaram que não votariam na presidenta de forma alguma. A rejeição contra o tucano Aécio Neves é de 33,7%. Segundo o diretor do Sensus, a taxa de rejeição pode indicar a capacidade de crescimento de cada um dos candidatos. Quanto maior a rejeição, menor a possibilidade de crescimento. Outro indicador apurado pela pesquisa Istoé/Sensus diz respeito á votação espontânea, quando nenhum nome é apresentado para o entrevistado. Nessa situação, Aécio também está à frente de Dilma, embora a petista esteja ocupando a Presidência da República desde janeiro de 2011. O tucano é citado espontaneamente por 47,8% dos eleitores e a petista por 39,4%. 0,2% citaram outros nomes e 12,8% disseram estar indecisos ou dispostos a votar em branco.
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PESQUISA ISTOÉ/Sensus
Realização – Sensus
Registro na Justiça Eleitoral – BR-01166/2014
Entrevistas – 2.000, em cinco regiões, 24 estados e 136 municípios do País
Metodologia – Cotas para sexo, idade, escolaridade, renda e urbano e rural
Campo – De 21 a 24 de outubro
Margem de erro - +/- 2,2%
Confiança – 95%

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Uma pesquisa por dia


Será, como era de se esperar, uma semana, cheia de novas pesquisas. Das que interessam, será divulgado um Datafolha presidencial hoje à noite. Uma pesquisa feita inteiramente hoje. Captará, assim, em seu resultado parte das repercussões do debate de ontem.
Na quarta-feira, um novo Datafolha. Na quinta-feira, uma pesquisa Ibope e novamente outra do Datafolha. No sábado, os dois institutos divulgarão novo levantamento.
Por Lauro Jardim

Lavrador é morto com várias facadas na zona rural de Caraúbas do Piauí.



O IML de Parnaíba removeu na noite desse sábado-18, o corpo do lavrador identificado pelo nome de José de Ribamar, conhecido Riba, de  32 anos, que levou 5 facadas, sendo que 4 atingiram a região do tórax, e uma outra na cabeça, ocasionando a morte imediata da vítima na cena do crime.

O fato aconteceu por volta das 16hs 30 na localidade Angico Branco, na zona rural de Caraúbas do Piauí.

Até o momento ninguém foi preso pelo assassinato do lavrador. De acordo com Robinson Castilho, o crime foi motivado por uma rixa antiga.
 Depois das 4 facadas na região do peito, a vítima foi atingida com um outro golpe na cabeça.

O IML fez a remoção do corpo do lavrador diretamente da cena do crime

Por Junior Catita

Robert Rios critica o Governo do PT

O deputado estadual Robert Rios Magalhães (PDT) usou a página pessoal do facebook para criticar o PT que para ele, transformou o Brasil em uma “republiqueta americana”.


O parlamentar destacou que somente a reação da sociedade será capaz de tirar “essa quadrilha do poder”, em referência ao Governo do PT. 

Imagem: DivulgaçãoRobert Rios (PDT)(Imagem:Divulgação)Robert Rios (PDT)

“O PT transformou nosso lindo país em uma republiqueta latino americana , sustentada por bolsa família, enquanto ele se mantém no poder com bolsa corrupção. Só a reação em cadeia do conjunto da sociedade será capaz de tirar essa quadrilha do poder. Todos têm obrigação e dever com o Brasil. Precisamos sair do conforto da inércia e ocupar as ruas por um país sem corrupção. Dê ao seus filhos e netos um Brasil com bolsa dignidade para todos”.

Imagem: ReproduçãoPostagem na página do facebook de Robert Rios (Imagem:Reprodução )Postagem na página do facebook de Robert Rios

Eleitor não poderá ser preso a partir da terça-feira, 21; veja calendário eleitoral


Segundo o calendário eleitoral do TSE para o segundo turno, a terça-feira é a data a partir da qual e até 48 horas depois do encerramento da eleição nenhum eleitor poderá ser preso ou detido, salvo em flagrante delito, ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável, ou, ainda, por desrespeito a salvo-conduto (Código Eleitoral, art. 236, caput).
Na terça também é o último dia para que os representantes dos partidos políticos e coligações, da Ordem dos Advogados do Brasil e do Ministério Público interessados formalizem pedido ao Juízo Eleitoral para a verificação das assinaturas digitais, a ser realizada das 48 horas que antecedem o início da votação até o momento anterior à oficialização do sistema transportador nas Zonas Eleitorais.
Publicado Por: Daniel Silva

Lançamento Governo lança edital de bolsas para programas de Pós-Graduação

O recurso é destinado à formação de recursos humanos qualificados no Estado.

Imagem: DivulgaçãoGoverno lança edital de bolsas para programas de Pós-Graduação(Imagem:Divulgação)Governo lança edital de bolsas para programas de Pós-Graduação
O Governo do Estado, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (Fapepi), em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), torna público o lançamento de edital de bolsas destinadas às coordenações de programas de Pós-Graduação Stricto Sensu, reconhecidos pela Capes e vinculados às instituições científicas e tecnológicas sediadas no Piauí, para que apresentarem propostas de pesquisa.

O lançamento do edital tem como objetivo ampliar a oferta de bolsas de pós-graduação para programas de Mestrado acadêmico, destinado à formação de recursos humanos qualificados, com ênfase em áreas de interesse estratégico para o desenvolvimento do Estado, bem como na consolidação de cursos novos e na interiorização das atividades de pesquisa.

Para tanto serão destinados recursos da ordem de R$5.220.000,00, sendo que R$3.780.000,00 oriundos da Capes e R$1.440.000,00 da contrapartida do Tesouro Estadual. O valor mensal da bolsa de mestrado é de R$1.500,00, sendo que elas serão concedidas pelo prazo de até 24 meses, com prazo improrrogável.

Para participar desta chamada, o interessado deverá ser coordenador do programa de Pós-Graduação Stricto Sensu de Mestrado Acadêmico, recomendado pela Capes e vinculado a Instituições de Ensino e Pesquisa Superior sediadas no Piauí, conforme previsto no Regimento do programa de Pós-Graduação Stricto Sensu. E ainda estar cadastrado no SIG/Fapepi e na Plataforma Lattes. O lançamento do edital foi publicado no Diário Oficial do Estado, da última sexta-feira (17).

Atividade - Data

Lançamento do Edital - 16 de outubro de 2014
Recepção das propostas no SIGFapepi - 17 de outubro a 17 de novembro de 2014
Recepção das propostas (documentação Impressa) na Fapepi - Até 18 de novembro de 2014
Análise das propostas - Até 5 de dezembro de 2014
Divulgação do Resultado - Até 9 de dezembro de 2014
Interposição de Recurso - De 10 a 11 de dezembro de 2014
Divulgação do Resultado Final após Recursos - Até 17 de dezembro de 2014
Indicação dos bolsistas pelo coordenador do PPG - A partir de 16 de fevereiro de 2015
Início da implantação das bolsas junto a Capes e Fapepi - A partir de 25 de fevereiro de 2015

Ministério Público vai investigar Lula por chamar Aécio de "cafajeste", "desprezível" e "vingativo"

Imagem: Alex Douglas/O Tempo/FolhapressLuiz Inácio Lula da Silva participa de comício com Fernando Pimentel(Imagem:Alex Douglas/O Tempo/Folhapress))Luiz Inácio Lula da Silva participa de comício com Fernando Pimentel
O preguiçoso Lula não toma jeito. Partiu para agressão e baixaria contra o candidato Aécio Neves durante evento político. Foi um comício realizado em Belo Horizonte no sábado (18) - sem a presença de Dilma Rousseff -, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ultrapassou os limites da inconsequência e comandou um show de baixarias e ofensas desmedidas contra Aécio Neves. Foi o ponto mais baixo da campanha até aqui. E não apenas desta campanha: desde 1989 o Brasil não assistia a um festival de ataques como os que o PT hoje protagoniza em uma campanha. Lula não apenas se utiliza das mesmas armas de que foi alvo na campanha contra Collor, como vai ainda mais longe. No comício, o ex-presidente citou o nome de Aécio muito mais que o de Dilma, que se tornou personagem secundário dos discursos. A ordem era atacar, sem tréguas.

Lula protagonizou um conjunto de insultos contra o presidenciável do PSDB e disse que Aécio usa violência contra mulheres “por experiência de vida” e seria “filhinho de papai”, “cafajeste”, “desprezível” e “vingativo”.
Imagem: Felipe Dana/APCandidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves(Imagem:Felipe Dana/AP)Candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves

Aécio

O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, recorreu no domingo (19) à procuradoria-geral eleitoral para que o Ministério Público investigue os ataques promovidos pelo ex-presidente Lula, principal cabo eleitoral da presidente-candidata Dilma Rousseff (PT).
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Por Herbert Sousa.

Ala do PSDB que já pensa em candidato próprio em 2018 é contra apoio do partido a Wellington

O PSDB do Piauí tem uma forte ala contra uma provável decisão de apoiar o Governo de Wellington Dias a partir do início de janeiro do ano que vem, segundo confidência de um dos seus principais dirigentes que defende "uma oposição mais vigilante e destemida, ressalvando o que fora estritamente de grande interesse do Estado".
Imagem: Bárbara Rodrigues/GP1Wellington Dias(Imagem:Bárbara Rodrigues/GP1)Wellington Dias
Para o dirigente, "parceria administrativa não tem nada a ver com apoio político", lembrando ainda que "as urnas nos puseram na oposição e é lá que devemos ficar porque temos grandes nomes que podem ser levados a todo o Estado a partir de hoje para chegarmos a um Governo com a nossa linha".
 
Firmino Filho e Silvio Mendes, segundo o mesmo dirigente, são hoje os principais líderes do PSDB, "altamente preparados que podem muito bem começar um trabalho de fôlego e determinação levando sua mensagem ao povo do Piauí que certamente a ouvirá".
Imagem: Gil OliveiraSilvio Mendes e Firmino Filho(Imagem:Gil Oliveira )Silvio Mendes e Firmino Filho
O dirigente acha que desde o início deste ano havia claros sinais recomendando o PSDB a ter candidato próprio, mas o partido preferiu uma coligação que acabou derrotada. "Não devemos chorar o leite derramado até porque o Zé Filho merece todo o nosso respeito, mas futuramente não tem como fugir: o PSDB precisa ter um candidato a governador".
 

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Procurador critica silêncio de presos com dinheiro em São Raimundo Nonato

O procurador regional eleitoral Kelston Pinheiro Lages comentou a apreensão de R$ 11 mil feita na noite de ontem (2) em São Raimundo Nonato, 517 quilômetros ao Sul de Teresina (PI). O representante do Ministério Público criticou o fato dos dois ocupantes do veículo terem usado o direito de ficarem em silêncio durante depoimento e afirmou que a polícia investigará a possibilidade de que uma "quadrilha" esteja agindo no Estado na prática de compra de votos. 
"Quem está fazendo a coisa certa não se cala. Pelo contrário, ela quer se explicar. Foram encontrados R$ 11 mil em cédulas de 50 reais e isso é típico de quem quer comprar voto. Recebemos até informações de que o dinheiro seria distribuído em cinco municípios do Sul do Estado", disse Kelston Lages na manhã desta sexta-feira (3), antes da sessão no Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE-PI).
"A polícia está investigando e queremos que os fatos sejam esclarecidos, pois não é razoável as pessoas transportarem tanto dinheiro na véspera de uma eleição, escondido dentro do carro", acrescentou o procurador, que aguarda o avanço das investigações e lembrou que os celulares dos dois detidos já foram apreendidos, para se saber se houve comunicação com alguém envolvido em campanha eleitoral. 
Kelston Lages ainda citou a apreensão de R$ 180 mil ocorrida em setembro em Barreiras (BA). O dinheiro estava em poder de um assessor do senador Wellington Dias (PT), que disputa a eleição para governador. 
Wilson Filho/Cidade Verde
O procurador pediu que fosse investigada a possibilidade de haver uma quadrilha praticando o crime de compra de voto no Estado. "Pedi que retornasse um delegado e ele foi a São Raimundo Nonato conduzir a investigação. Essa apreensão dos R$ 11 mil, em cédulas de 50 em série e mais uma vez as pessoas se omitiram, se negaram a esclarecer. Estamos pedindo ao delegado para saber se há uma quadrilha porque há o outro caso dos R$ 180 mil, que ocorreu da mesma forma, com o dinheiro escondido debaixo de banco do carro", explicou.
Em desabafo, o procurador eleitoral condenou a ocorrência da prática da compra de voto no Estado. "É uma demonstração de que no Piauí os políticos insistem em fazer campanha com compra de voto. É uma praga, uma prática danosa. Se ficar comprovada a relação disso com algum candidato, vamos pedir a cassação do registro, do diploma do candidato. Sei que é pai e filho que estariam relacionados com alguma candidatura, mas preciso checar de forma responsável para fazer esse elo", declarou.
O Ministério Público Eleitoral deve pedir ainda a quebra dos sigilos telefônicos dos envolvidos para usar como prova no processo.
Emanuela Pinto (especial para o Cidadeverde.com)
Fábio Lima (Da Redação)
redacao@cidadeverde.com

Pai e o filho presos com dinheiro no Piauí pagam fiança e já estão soltos


O namorado - também apontado como marido - e o enteado da candidata a deputada estadual pelo PT, Flora Izabel, pagaram a fiança de 30 salários mínimos cada um e foram liberados. Sandro Borges Alves e Alexandre Assunção Lacerda Borges - pai e filho - pagaram a quantia individual de R$ 21.720,00. O total pago foi de R$ 43.440,00.

Segundo um dos documentos a que o 180 teve acesso, o do enteado da candidata do PT, Alexandre Borges, ele se compromete a comparecer “ao juízo competente todas as vezes que for chamado, sob pena de ser considerada quebrada dita fiança e como conseqüência perder para o Tesouro Nacional referida quantia".

A dupla foi presa na noite desta quinta-feira (2), em São Raimundo Nonato, portando R$ 11 mil em notas de R$ 50,00 divididas em cinco maços, que seriam endereçados a cinco municípios diferentes. São eles Capitão Gervásio de Oliveira, Guaribas, Várzea Branca, São Lourenço do Piauí e Dirceu Arcoverde. A suspeita é de compra de votos.

Ambos responderão por crime eleitoral previsto no Artigo 299 do Código Eleitoral - Lei 4737/65. Nele está previsto que “dar, oferecer, prometer, solicitar ou receber, para si ou para outrem, dinheiro, dádiva, ou qualquer outra vantagem, para obter ou dar voto e para conseguir ou prometer abstenção, ainda que a oferta não seja aceita”, resulta num pena de reclusão de até quatro anos e pagamento de cinco a quinze dias-multa.
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Não poderão sair de casa por mais de oito dias sem avisar a Justiça
Uma das sanções impostas aos agora libertos está prevista no Artigo 328 do Código de Processo Penal. “O réu afiançado não poderá, sob pena de quebramento da fiança, mudar de residência, sem prévia permissão da autoridade processante, ou ausentar-se por mais de 8 (oito) dias de sua residência, sem comunicar àquela autoridade o lugar onde será encontrado”, determina.
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Repórter: Rômulo Rocha
Publicado Por: Fábio Carvalho