sábado, 20 de setembro de 2014

Dona de ONG revela como funcionava esquema que irrigou o caixa eleitoral do partido e beneficiou um senador, dois deputados federais, o atual candidato a governador e um ex-ministro do governo Dilma

Robson Bonin
O candidato do PT ao governo da Bahia, Rui Costa, um dos políticos envolvidos no esquema alimentado pela ONG Instituto Brasil: mesada entre três e cinco mil reais
O candidato do PT ao governo da Bahia, Rui Costa, um dos políticos envolvidos no esquema alimentado pela ONG Instituto Brasil: mesada entre três e cinco mil reais (Luciano da Matta/Ag. A Tarde/VEJA)
Desde 2010, o Ministério Público investiga o Instituto Brasil, uma ONG criada pelos petistas da Bahia. Em 2008, a entidade foi escolhida pelo governo do estado para construir 1 120 casas populares destinadas a famílias de baixa renda. Os recursos, 17,9 milhões de reais, saíram do Fundo de Combate à Pobreza. Os investigadores já tinham reunido provas de que parte do dinheiro desaparecera, mas não havia nada além de suspeitas sobre o destino final dele. O mistério pode estar perto do fim. Em entrevista a VEJA, a presidente do instituto, Dalva Sele Paiva, revela que a entidade foi criada para ajudar a financiar o caixa eleitoral do PT na Bahia, um esquema que funcionou por quase uma década com dinheiro desviado de “projetos sociais” das administrações petistas. A engrenagem chegou a movimentar, segundo ela, 50 milhões de reais desde 2004. O golpe era sempre o mesmo: o Instituto Brasil recebia os recursos, simulava a prestação do serviço e carreava o dinheiro para os candidatos do partido. Como os convênios eram assinados com as administrações petistas, cabia aos próprios petistas a tarefa de fiscalizar. Assim, se o acordo pagava pela construção de 1 000 casas, por exemplo, o instituto erguia apenas 100. O dinheiro que sobrava era rateado entre os políticos do partido.     

Dona de ONG revela como funcionava esquema que irrigou o caixa eleitoral do partido e beneficiou um senador, dois deputados federais, o atual candidato a governador e um ex-ministro do governo Dilma

Robson Bonin
O candidato do PT ao governo da Bahia, Rui Costa, um dos políticos envolvidos no esquema alimentado pela ONG Instituto Brasil: mesada entre três e cinco mil reais
O candidato do PT ao governo da Bahia, Rui Costa, um dos políticos envolvidos no esquema alimentado pela ONG Instituto Brasil: mesada entre três e cinco mil reais (Luciano da Matta/Ag. A Tarde/VEJA)
Desde 2010, o Ministério Público investiga o Instituto Brasil, uma ONG criada pelos petistas da Bahia. Em 2008, a entidade foi escolhida pelo governo do estado para construir 1 120 casas populares destinadas a famílias de baixa renda. Os recursos, 17,9 milhões de reais, saíram do Fundo de Combate à Pobreza. Os investigadores já tinham reunido provas de que parte do dinheiro desaparecera, mas não havia nada além de suspeitas sobre o destino final dele. O mistério pode estar perto do fim. Em entrevista a VEJA, a presidente do instituto, Dalva Sele Paiva, revela que a entidade foi criada para ajudar a financiar o caixa eleitoral do PT na Bahia, um esquema que funcionou por quase uma década com dinheiro desviado de “projetos sociais” das administrações petistas. A engrenagem chegou a movimentar, segundo ela, 50 milhões de reais desde 2004. O golpe era sempre o mesmo: o Instituto Brasil recebia os recursos, simulava a prestação do serviço e carreava o dinheiro para os candidatos do partido. Como os convênios eram assinados com as administrações petistas, cabia aos próprios petistas a tarefa de fiscalizar. Assim, se o acordo pagava pela construção de 1 000 casas, por exemplo, o instituto erguia apenas 100. O dinheiro que sobrava era rateado entre os políticos do partido.     

Em Angical, Zé Filho chama atenção para investimentos em mobilidade urbana



Candidato à reeleição ao Governo do Estado, Zé Filho (PMDB) visitou na tarde desta sexta-feira (19), a cidade de Angical. No município do Médio Parnaíba, o peemedebista voltou a chamar a atenção para a necessidade de investimentos em mobilidade urbana para melhorar o acesso e os deslocamentos nas cidades piauienses, além de facilitar o escoamento da produção agrícola local.
 
Em Angical, Zé Filho defendeu melhorias na interligação entre as cidades. “Vamos fazer um dos maiores programas de mobilidade urbana já existente. Angical já foi contemplada com investimentos nessa área, mas necessita de mais”, comentou o peemedebista.

Entre os compromissos de Zé Filho estão asfaltar as principais ruas e avenidas dos municípios do nosso estado, melhorar o trânsito interno e os acessos de Teresina e dos municípios com tráfego pesado de caminhões e ônibus. Desde 2011, o Governo do Estado colocou cerca de 400 quilômetros de asfalto em 52 cidades, incluindo a capital Teresina. Além disso, 12 cidades já têm anéis viários em pleno funcionamento.
 
Depois de uma grande carreata, Zé Filho, Wilson Martins (PSB), Heráclito Fortes (PSB), Júlio César (PSD), João Mádison (PMDB) e Firmino Paulo (PSDB) participaram de um grande comício, que contou com a presença da prefeita Maria Neta de Souza Santos Nunes (PR). Emocionada, ela pediu voto para o cabeça de chapa da coligação Piauí no Coração.
 
“Zé Filho é companheiro de longas datas do meu filho Paulo Márcio e o adotou como irmão. Se gosta do meu filho e o trata tão bem, é meu filho também. Ele é um cara guerreiro, ousado em quem eu votarei sempre que for necessário. Sua eleição representa um Piauí melhor”, discursou Neta.

Paulo Márcio afirmou que a eleição de Zé Filho só trará benefícios para Angical. “Quem quer bem a Angical, vota em Zé Filho. Vamos marchar juntos por um Angical e Piauí melhores”, defendeu.
 
Depois de Angical, Zé Filho seguiu viagem para Jardim do Mulato. Ainda hoje ele visita Amarante e Regeneração. Os compromissos fazem parte de uma vasta agenda no Médio Parnaíba: entre quinta e sexta, ele percorrerá um total de 18 cidades da região.


Ascom Zé Filho

NOVIDADE: TCE reprova contas da secretaria de saúde na gestão de Assis Carvalho por superfaturamento em obras

O Tribunal de Contas do Estado decidiu pela reprovação da prestação de contas da secretaria estadual de saúde do Piauí (SESAPI), referente o exercício financeiro de 2009, sob responsabilidade do ex-secretário Assis Carvalho.

Imagem: Germana Chaves/GP1Assis Carvalho(Imagem:Germana Chaves/GP1)Assis Carvalho
No julgamento foi apontado superfaturamento nas obras fiscalizadas, nos termos do Relatório da Divisão de Fiscalizações Especializadas – DFESP, além de irregularidades na composição dos procedimentos de licitação, irregularidade na formação e execução de convênios, e irregularidade na formação e execução de contratos.

Decidiu, ainda, pelo envio de notificação à Secretaria de Saúde, recomendando a abertura de processo administrativo contra o servidor Marco Antônio de Aragão Lacerda – Coordenador de Transporte da Secretaria de Saúde, em face da procedência de denúncia impetrada no âmbito dessa Corte, sob TC-E nº 17.273/09; pelo envio de comunicação ao Ministério Público Estadual, para que tome conhecimento do teor das irregularidades detectadas e adote providências que reputar cabíveis.

O ex-gestor foi multado em 1.000 UFR-PI, a conselheira Waltânia Maria Nogueira de Sousa L Alvarenga. O julgamento ocorreu no dia 13 de junho e foi publicado no diário oficial do TCE nesta sexta-feira (19).

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Prefeito do PSB nega apoiar W.Dias; PT enviou falsa notícia à imprensa

Quando se fala em eleições no Piauí pode-se esperar tudo. Claro que muita coisa ainda assusta, como estratégias utilizadas no século passado para se conquistar o poder. Uma delas é faltar com a verdade e espalhar boatos com a intenção de tornar aquilo uma verdade. O que esses candidatos não esperam é que com a rapidez da informação e com o acesso aos meios de comunicação, que se tornaram mais ágeis, tudo pode ser facilmente desmascarado.
O que não dá para entender é o motivo do candidato ao governo, senador Wellington Dias (PT), que está em vantagem em várias pesquisas, utilizar esses métodos nada escrupulosos para garantir pela terceira vez seu assento no Karnak. Só que dessa vez o petista não se deu bem, pois a ‘vítima’ do boato espalhado pela coligação ‘Vitória com a força do povo’ resolveu abrir o verbo e revelar a falácia.
Tudo começou no último domingo (14/09) quando o prefeito Veridiano (PSB), de Lagoa de São Francisco, aceitou participar de um encontro em que Wellington Dias estava presente, a convite de um vereador, e até aceitou fazer uma foto com o senador, que ultimamente está com as ‘orelhas quentes’ por causa do misterioso montante de R$ 180 mil que apareceu no carro do seu primo, que é seu motorista no Senado.
Só que a equipe de Wellington Dias usou o encontro para espalhar para todos os meios de comunicação do estado que o prefeito Veridiano havia ‘mudado de lado’ e aderido à campanha do petista. Vários portais, blogs, jornais e até a página oficial do candidato publicaram a notícia que foi encaminhada pela assessoria do senador, que continha até uma citação do prefeito: “Voto em Wellington Dias pelo que ele fez pelo Piauí e pelo que ainda vai fazer. Enfim, pelas estradas, pelo trabalho realizado e, sobretudo, pela humildade”.
MATÉRIA QUE FOI DIVULGADA NO SITE LEIA AQUIwelliddhgged.png
O prefeito negou veemente tal declaração, e que vota no candidato Zé Filho (PMDB), juntamente com a primeira-dama Aurilene, o vice-prefeito Zé Neto, vários vereadores e lideranças políticas do município. Segundo ele teve oportunidade de escolher, mas sua decisão se deu pelos serviços prestados ao município no governo Wilson Martins (PSB) que foram reinterados na administração do atual governador.
O prefeito ficou espantado quando soube da notícia que era vastamente divulgada pela coligação petista e usada para mostrar que os prefeitos estão aderindo a sua campanha. Cogita-se que o mesmo irá processar a coligação por divulgar falsas declarações.
Publicado Por: Jhone Sousa

Marina culpa governo de Dilma por aumento da desigualdade social


A candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, afirmou nesta quinta-feira (17) que o Brasil vive um processo de "reconcentração de renda", ao ser questionada sobre dados divulgados pelo IBGE que mostram aumento da desigualdade social no país em 2013. Em Vitória, onde realizou ato de campanha, a candidata culpou o governo da presidente Dilma Rousseff pelo resultado.

Marina Silva e o candidato a vice, Beto Albuquerque, falam à imprensa ao lado do governador Renato Casagrande, candidato à reeleição (Foto: Viviane Machado/G1)

"É a primeira vez que nós vamos ter um presidente da República entregando um governo em piores condições do que encontrou. Para além do problema da inflação que está voltando, o crescimento baixo, os juros que estão altíssimos... Agora, nós temos essa triste realidade de que no Brasil que vinha no processo de distribuição de renda, está voltando a reconcentração da renda", disse Marina.

O aumento da desigualdade foi aferido a partir dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). O Índice de Gini, que mede a distribuição da renda, passou de 0,496 em 2012 para 0,498 em 2013. O indicador, que varia de zero (a perfeita igualdade) até um (a desigualdade máxima), voltou para o patamar de 2011, interrompendo uma trajetória de queda desde 2001.

"Os 10% mais ricos estão ficando cada vez mais ricos e os 10% mais pobres estão ficando cada vez mais pobres. A presidente Dilma tem que explicar para a população brasileira porque ela está entregando um país pior do que ela encontrou", completou em seguida.

Para reverter o quadro, Marina disse que vai "investir em políticas sociais e recuperar a capacidade do Estado de favorecer o investimento para que se possa ter os recursos para manter os programas sociais, mas também fazer com que o nosso país volte a cresce para gerar renda e qualidade de vida".

A candidata fez as declarações durante uma entrevista à imprensa, durante a visita ao Espírito Santo. Marina chegou ao aeroporto de Vitória por volta das 16h, desta quinta-feira (18), e seguiu para um clube da capital, onde realizou um comício. Ela esteve acompanhada de seu vice Beto Albuquerque e de aliados no estado, como o atual governador e candidato à reeleição Renato Casagrande (PSB) e Neucimar Fraga (PV), candidato ao Senado.

Royalties do petróleo
Na entrevista, Marina também comentou sobre a nova distribuição dos royalties do petróleo, aprovada pelo Congresso no início de 2013, que diminui a parcela destinada aos estados e municípios produtores em favor dos demais. Atualmente, a lei encontra-se sob questionamento no Supremo Tribunal Federal, que pode derrubar seus efeitos.

Questionada sobre o assunto, Marina afirmou que vai honrar os contratos. "A tradição que nós defendemos é a de honrar contratos. Quem não é capaz de fazer isso é o atual governo que tem perdido cada vez mais credibilidade. Nós temos um sistema em que os contratos anteriores serão mantidos", disse.

Ao falar sobre a expectativa em relação à decisão do STF, Marina disse aguardar uma posição que favoreça os estados produtores "sem prejuízo e que essa riqueza possa beneficiar todo o país". "Nossa proposta é honrar com os contratos e aguardar a decisão da Justiça", disse.

G1

Eleições 2014 Correios contrariam norma e entregam santinho de Dilma sem controle

Diretoria Regional Metropolitana da estatal abriu uma exceção para a petista, alegando falha na impressão. Órgão é chefiado por afilhado político de Temer

A presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff, e o vice, Michel Temer, durante evento na cidade de Jales, no interior paulista
A presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff, e o vice, Michel Temer, durante evento na cidade de Jales, no interior paulista (Ivan Pacheco/VEJA.com)
Contrariando norma da própria estatal, os Correios distribuem panfletos de campanha da presidente-candidata Dilma Rousseff (PT) sem chancela ou comprovante de postagem oficial - o que impede a comprovação de pagamento para o envio da propaganda eleitoral. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Ao menos 4,8 milhões de panfletos petistas foram distribuídos desse modo. Sem a chancela, contudo, é impossível saber ao certo se a quantidade de material enviado corresponde à paga pelo partido.
Segundo o jornal, a exceção foi aberta por meio de comunicado interno distribuído em 3 de setembro pela Diretoria Regional Metropolitana dos Correios. No texto, atribuiu-se ao fato um problema na impressão das peças, enviadas como mala postal domiciliária. O caso é tratado como "excepcional". O órgão responsável pela autorização é chefiado por Wilson Abadio de Oliveira, afilhado político do vice-presidente Michel Temer (PMDB), que aparece sorridente ao lado de Dilma e Lula nos folders distribuídos. As peças circularam pela Grande São Paulo e cidades do interior até o dia 12 deste mês.
O caso provocou irritação nos carteiros, que ameaçaram não entregar os santinhos. Ao questionarem seus chefes sobre a ausência da estampa oficial, informa a reportagem, foram orientados a entregá-los como estavam. O Sindicato dos Trabalhadores dos Correios e Telégrafos (Sintect-ACS) em Campinas enviou uma carta a Divinomar Oliveira da Silva, filiado ao PT e diretor regional da estatal no interior do Estado, cobrando esclarecimentos. A categoria ameaça entrar com representação no Tribunal Superior Eleitoral. Já os Correios informam que o pagamento pelo serviço foi feito à vista, com emissão de recibos, e que a autorização "excepcional" está prevista nas moras da estatal. Nomeado por Dilma em 2010, o sindicalista Wagner Pinheiro preside a empresa. Filiado ao PT do Rio de Janeiro, ele transformou a estatal em feudo do partido desde que assumiu o cargo.

1º lugar no PI: Juliana Moraes Souza assume liderança na disputa eleitoral para Assembleia Legislativa



As pesquisas de opinião pública apenas refletem a grande aceitação da candidata à reeleição Juliana Moraes Souza em Parnaíba e nas regiões do Piauí. Na Planície Litorânea, a deputada estadual do PMDB deve receber uma expressiva votação nas urnas, em virtude de seus serviços prestados aos municípios. Por onde passa, Juliana Moraes Souza recebe o apoio e muitas demonstrações de carinho da população, em especial das mulheres, jovens e idosos. Quem planta trabalho, colhe gratidão. Rumo à vitória, Juliana Moraes Souza!

Campanha Comício em Água Branca encerra caravana da coligação "Piauí no Coração" no Médio Parnaíba

Wilson, Zé Filho e candidatos da coligação visitaram dez cidades nessa quarta e foram recebidos por mais de mil pessoas em Água Branca


 Foi com grande comício, para mais de mil pessoas, no município de Água Branca que a coligação Piauí no Coração encerrou sua caravana por dez cidades do Médio Parnaíba. Ao lado do governador Zé Filho (PMDB), o candidato ao Senado Wilson Martins (PSB) ressaltou obras realizadas na região durante seu mandato como governador e as parcerias com o prefeito Jonas Moura.
Imagem: DivulgaçãoGrande comício em Água Branca encerra caravana de Zé Filho no Médio Parnaíba(Imagem:Divulgação)Grande comício em Água Branca encerra caravana de Zé Filho no Médio Parnaíba
“Água Branca avançou muito no Governo Wilson. Conseguimos a reforma do hospital, ambulâncias, Unidade Básica de Saúde. Wilson foi um grande governador não apenas para Água Branca, mas para todo o Piauí, e será um grande senador. Precisamos de um senador forte, um homem como Wilson, que quando fala todo mundo escuta”, declarou o prefeito Jonas Moura.
Imagem: DivulgaçãoGrande comício em Água Branca encerra caravana de Zé Filho no Médio Parnaíba(Imagem:Divulgação)Grande comício em Água Branca encerra caravana de Zé Filho no Médio Parnaíba
“O Jonas realizou uma gestão organizada na cidade, executando importantes políticas públicas que melhoraram a vida da população de Água Branca. Temos muito orgulho do que foi feito pela população de Água Branca no nosso Governo e garanto a vocês que vou lutar pelo avanço do município também no Senado”, afirmou Wilson Martins.
 
Participaram do comício candidatos a cargos proporcionais da coligação Piauí no Coração, como o deputado federal Marcelo Castro, o deputado estadual Wilson Brandão, além de lideranças como a ex-prefeita Dra. Luiza.
 
A caravana passou ainda por Olho D’Água, Demerval Lobão, Lagoa do Piauí, Passagem Franca, Monsenhor Gil, Miguel Leão, Hugo Napoleão, Lagoinha e Barro Duro. “Por tudo que vimos hoje em todos os municípios em que passamos, tenho certeza da nossa vitória porque o povo nos apoia. Vimos isso em cada abraço, em cada demonstração de confiança. E isso nos empolga e, ao mesmo tempo, faz com que cresça nossa responsabilidade e nosso compromisso com o povo do Piauí”, declarou Wilson.

*Com informações da assessoria do candidato

Distribuidora 'Martins' do primo de W.Dias vende cerveja e aluga mesas

Quem leu o livro ‘Sonho Grande’, da jornalista Cristiane Correa, que conta os bastidores da trajetória do homem mais rico do país, Jorge Paulo Leman e de seus sócios Marcel Teles e Beto Sicupira, ficaria impressionado como o ‘empresário’ José Martinho Ferreira de Araújo conseguiu transformar seu negócio em algo promissor.

Ao que parece ele tem seguido à risca a multiplicação de seus ganhos vendendo cerveja tal qual o maior triunvirato empresarial brasileiro e do mundo. Até os donos do maior complexo de cervejaria do globo ficariam impressionados com tamanha façanha.
Com tal proeza para a multiplicação de fortunas, certamente o lugar de Martinho não é no Senado Federal, com servidores burocráticos e rotineiros. O lugar de Martinho é no ramo empreendedor, vendendo bebidas.
Afinal de contas, ele também é dono da “Distribuidora de Bebidas Martins”, que vende cerveja, carvão, aluga mesas, freezeres e artigos para festas, além de churrasqueiras. O faturamento, segundo ele, é de R$ 200 mil ao mês. E sem funcionar até tarde da noite. As fotos que ilustram essa matéria são do local empresarial de Martins e da esposa.
O interessante é que fazendo cálculos com a venda de cervejas, que custa em média R$ 4,50 a garrafa, a caixa sairia por R$ 108,00. Se o faturamento da empresa de Martinho fosse só com a venda desse tipo de bebida, seriam necessárias 1.852 caixas de cerveja ao mês para atingir o faturamento de R$ 200 mil.
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Chega a ser irônico que até a cervejaria de Jorge Paulo Leman no Brasil, a AMBEV, reclamou das parcas vendas no primeiro semestre deste 2014, período que antecedeu a Copa do Mundo. Mas Martinho, ao que parece, surfa na crista da onda.
Até porque ele não vende só cerveja, ele aluga mesas, freezeres e churrasqueira para festas, além de vender carvão. E embora seja somente sócio da empresa, consegue andar por aí com R$ 180 mil em notas de R$ 100,00 novinhas debaixo do banco traseiro de seu carro. Um empresário de dar inveja.
“Martinho explica que os R$ 180 mil são compatíveis com seus rendimentos como servidor do Senado e sócio-cotista de uma empresa de distribuição de bebidas em Brasília, cujo faturamento mensal é de R$ 200 mil”.
Esse trecho faz parte de uma matéria que foi publicada pelo Portal ‘Capital Teresina’, site de notícias que adotou uma linha editorial em defesa do primo do senador e candidato ao governo do estado Wellington Dias (PT).
O Portal ‘Capital Teresina’ falou com Martinho logo após sua liberação do Complexo Policial de Barreiras, na noite do fatídico 11 de setembro do PT. E o primo de W. Dias falou porque não seria questionado. Usou o site para dar sua versão adocicada sobre os fatos.
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QUANTO MARTINS RECEBE NO SENADO180 apurou que no Senado Federal o cargo de José Martinho Ferreira de Araújo é o APSF04, segundo informações repassadas por um chefe de gabinete da Casa que tem acesso aos dados dos servidores. Quem possui esse cargo no Senado recebe exatos R$ 3.791,17 mensais.
Mas mesmo recebendo pouco assim, para os padrões do Senado, Martinho não está livre de apresentar sua declaração de Imposto de Renda. Afinal de contas ele recebe ao ano valor superior a R$ 24.556,65, quantia mínima exigida para a dispensa. Na sua declaração figuram informações valiosas, inclusive, se ele declarou ao fisco ou não fazer parte de uma sociedade. Uma cópia dela fica no próprio Senado Federal para controle interno.
Ao ser pego pela Polícia Rodoviária Federal com o dinheiro embaixo do banco traseiro de um Pálio Weekend, Martins falou que tinha como comprovar a origem do valor, fruto de sua labuta no comércio.
A Distribuidora Martins, ao contrário do que disse, não está localizada em Brasília, mas em uma cidade Satélite, Samambaia, uma região periférica do Distrito Federal.
Na noite da última terça-feira (16), o 180 conseguiu localizar Martinho em Brasília. Ele disse está “tranquilíssimo”. Também com um vidão empresarial desse não tinha como ser diferente.
Dentro da Distribuidora é possível ver estacionado um veículo semelhante ao Pálio apreendido pela PRF na BahiaDentro da Distribuidora é possível ver estacionado um veículo semelhante ao Pálio apreendido pela PRF na Bahia
SOBRE AS FOTOSAs fotos que ilustram essa matéria foram tiradas por um petista de carteirinha, a pedido do 180. Até ele está indignado com a apreensão e ficou curioso para saber de que comércio saiu a dinheirama, embora não acredite que tenha saído de lá realmente.
Ele esteve no comércio durante o início da tarde e voltou durante a noite desta quarta-feira (17). Quando da foto noturna, alguém gritou: “tirando foto?”. Na “extensão da distribuidora”, segundo ele, “moram famílias”.
O endereço dado por Martinho à Polícia Civil da Bahia, onde prestou depoimento e não respondeu a nenhuma pergunta, bate com esse endereço comercial, onde uma atendente disse ser do comércio de Martinho.
Deduz-se, portanto, que o primo de W.Dias mora em uma das casas apegadas à distribuidora.
Repórter: Rômulo Rocha
Publicado Por: Manoel José

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

'Funcionário de férias não cola', diz Heráclito sobre caso dos R$ 180 mil


O ex-senador Heráclito Fortes (PSD), um dos mais ferrenhos críticos ao governo do PT, fez duras críticas aos contornos que tem se tomado a história sobre os R$ 180 mil apreendidos com o motorista do senador Wellington Dias, José Martinho, flagrado na Bahia com o dinheiro embaixo do banco do veículo.
Segundo Heráclito, a história tem tomado vários rumos diferentes, e diversas versões para a mesma coisa. Heráclito diz ainda o senador deve explicações e que tem procurado fugir de uma responsabilidade que é sua.
"É um fato grave, é vergonhoso, esse dinheiro ter surgido sem ninguém saber, e já existem quatro ou cinco versões sobre o mesmo fato. É preciso que o próprio Wellington tome a iniciativa de esclarecer, até porque este dinheiro está rastreado, está lacreado no banco com as etiquetas que indicam sua origem, eu acho que essa história de tentar levar com a barriga é apenas para driblar a opinião pública, o que é ruim. O homem público tem que enfrentar os problemas de cara, não pode tergiversar, e o que está se vendo é um verdadeiro disse me disse de um fato grave, até porque isso dar margem para novas versões, por exemplo, a versão de que o recurso era bem maior, que esse dinheiro tomaria um outro destino antes da patrulha rodoviária, que seria de uma tentativa de desova partindo do funcionário que transportava, dizem que não saiu apenas os R$ 180 mil, mas sim cinco lotes de R$ 180 mil, e tudo isso precisa ser apurado. Se for verdade para onde foram os outros lotes? Acho que o Wellington com sua responsabilidade de governador, senador, e de homem de proa do Partido dos Trabalhadores, tem que esclarecer. Uma coisa foi bem clara, temos que esclarecer, não foi a toa esse aborrecimento público da presidente Dilma Rousseff com o episódio, a qualquer coisa por trás disso", critica.
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'FUNCIONÁRIO DE FÉRIAS NÃO COLA'
Ex-senador e costumado com a rotina do Senado, Heráclito foi convicto em afirmar que a versão criada por alguns petitas, inclusive por Wellington, de que José Martinho estava de férias não cola.
Ele diz que durante esse período eleitoral, os funcionários que são leais e dedicados focam em ajudar na campanha do patrão.
"Não quero me precipitar e ser leviano, quero que a Justiça mostre os fatos com clareza, lamento apenas que o Wellington não tenha vindo a público dar esclarecimentos que só ele tem, o funcionário é dele, essa história de dizer que o funcionário estava de férias não cola, porque é muito comum que funcionários dedicados aos seus chefes no Senado ou na Câmara nesse período tirem férias para ajudar o companheiro, o patrão, e essa conversa não cola, é preciso que arrumem novos argumentos", insinua.
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IBOPE NÃO É PARÂMETRO PARA ELEIÇÃO
Sobre as pesquisas recentemente divulgadas, Heráclito cita que muitas já caíram no descrédito da população, e que principalmente as divulgadas pelo Instituto Ibope, já não são mais parâmetro para avaliar desempenho de candidatos ou intenção de voto.
"Existe uma saturação com os excessos de pesquisas, e nós sabemos que a pesquisa Ibope nunca foi parâmetro para definição de eleição. O Ibope tem a tradição de errar, sistematicamente nas eleições do Piauí, a ponto de na última eleição colocar como vitorioso o candidato que não foi sequer para o segundo turno, de forma que não há lógica nenhuma nesse resultado do Ibope, mas de certa forma provoca abalo, mas a população acordou e esta se movimentando, e com o excesso de votos indecisos que temos vamos sim levar o Zé Filho para o segundo turno", finaliza.
Repórter: Manoel José e Daniel Silva
Publicado Por: Manoel José

Duda Mendonça pede pesquisa para sondar situação de Zé Filho no Piauí

O marqueteiro Duda Mendonça, que está cuidando da campanha à reeleição do governador Zé Filho (PMDB), contratou uma equipe de estatísticos de São Paulo para fazer uma pesquisa e sondar como realmente está a situação do candidato peemedebista no Piauí, e como está a situação do petista Wellington Dias (PT), seu principal adversário.
Ele disse que o estado do Piauí, diferente de outros, possui uma “dificuldade” a mais no pleito eleitoral, que vem a ser a quantidade exagerada de pesquisas. “Tem muita pesquisa, onde você fica tonto com os resultados”, falou.
É por isso que o marqueteiro preferiu contratar uma equipe de confiança para fazer a sondagem no estado e o resultado deve sair no máximo até o início da próxima semana.“Eu prefiro dizer o seguinte, daqui a uma semana eu tenho o resultado de uma pesquisa, não que eu não confie nos outros, mas essa eu trabalho com ela. Estou gostando muito do trabalho. E vou fazer uma pesquisa aqui agora”, relatou.

Duda Mendonça falou que não será preciso ouvir muita gente para atestar a real situação dos candidatos na campanha. Segundo ele, cerca de 800 pessoas serão ouvidas. “Não precisa nem ouvir muito gente, porque ai você acaba não ouvindo ninguém direito”, avalia.

O marqueteiro do governador disse, porém, que não acredita que Zé Filho esteja como pregoou a pesquisa do IBOPE, que trouxe números com o governador bem aquém do esperado, enquanto Wellington Dias estava bem à frente.

“Eu não acho que está como estão dizendo. Eu acho que não está. Eu acho que cresceu. Não sei quanto, mas acho que cresceu. Como é que um governador fazendo uma campanha estruturada não cresceu? Cresceu sim. Agora quanto é outra coisa”, falou.

SOBRE O IBOPE
Em São Paulo, onde Duda Mendonça faz a campanha ao governo do estado de Paulo Skaff (PMDB), ele passou por uma situação estranha recentemente. O IBOPE trouxe seu candidato com uma queda percentual de 4 pontos. “No outro dia o DataFolha fez ele crescer sete [pontos percentuais]”, rememora. “Então aquilo foi uma pesquisa que eu não entendo, do IBOPE”, finalizou.


EM TERESINA
Duda Mendonça esteve em Teresina último sábado (13) e ficou até domingo (14) pela manhã. Ele chegou a bordo do seu King Air, por volta das 14horas, e se descolocou até à produtora do candidato governista. Lá, assistiu a alguns programas de Zé Filho (PMDB) já veiculados, deu algumas dicas e foi jantar com o governador no Metropolitan Hotel. Duda também fez um almoço tardio no Capote da Dalva.

Pela manhã cedo concedeu entrevista ao 180 e embarcou para o estado do Tocantins, onde trabalha em prol da candidatura à reeleição para o governo de Sandoval Cardoso (SDD).
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Repórter: Rômulo Rocha
Publicado Por: Apoliana Oliveira