quinta-feira, 28 de abril de 2016

DOIS MENINOS BESTAS


Marcelo castro raposa velha entregou o ministério da saúde e voltara a camará federal, sabe que a Dilma não escapa nem fedendo, macaco velho não mete a mão em cumbuca.

com isso Flavio Nogueira terá que arrumar as malas e volta ao piauiiii, Flavio menino mais besta ainda para não volta de Guanabara já prepara também o coice para da no PT assim claro o suplente já prepara o caminho para o novo Governo.
E agora para esses dois deixarem de viver mamando deitados feito leitão ate porque se duvidarem eles ensinaram galinha ciscar para traz.

Por João Carlos Guimarães.

As mentiras que enterram o governo


Estratégia petista de difundir à exaustão uma versão falsa do processo de impeachment pode ter vitimado a própria presidente


De tanto repetir que está sendo “vítima de um golpe”, é possível que a presidente Dilma Rousseff hoje acredite que isso seja verdade. De tanto tentar desqualificar seus opositores e afirmar que, uma vez no poder, eles acabarão com os programas sociais instituídos no País nas últimas décadas, não é improvável que se julgue estar de fato defendendo direitos alheios. Dilma, dessa forma, revela que pode ter sido vítima, sim, mas da estratégia petista de tentar se perpetuar no poder através da propagação incessante de falácias. Numa versão contemporânea do antigo ditado que diz que uma mentira repetida infinitas vezes acaba se tornando verdade, os defensores da presidente decidiram adotar em sua defesa a tática de usar, em todas as aparições públicas de Dilma, Lula ou de qualquer de seus principais quadros, o mesmo discurso descolado da realidade que, ao invés de contrapor as acusações com fatos, cria um cenário ilusório e ofende outros poderes constituídos. O grande problema dessa estratégia é que, como um castelo de cartas, ela é frágil e pode ser facilmente derrubada com a verdade. Na semana passada, diante da insistência de Dilma em pregar com argumentos falsos, surgiu uma série de decisões judiciais, declarações e notas desmontando a sua versão.
São incontáveis as vezes em que Dilma procedeu como na segunda-feira 18, dia seguinte à votação na Câmara dos Deputados que decidiu por autorizar o Senado
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Num pronunciamento seguido de entrevista coletiva no Palácio do Planalto, a presidente disse que acompanhou todas as declarações dos deputados que votaram a favor do seu impedimento e que quase nenhum deles usou como justificativa o cometimento de crime de responsabilidade, o enquadramento legal reservado aos governantes que desrespeitam a Lei de Responsabilidade Fiscal. “A Constituição estipula que é necessária a existência do crime de responsabilidade para que um presidente possa ser afastado do cargo. Recebi 54 milhões de votos e me sinto indignada”, afirmou. Mais uma vez, a presidente recorreu à artimanha de se apresentar como vítima de um golpe. “Estou tendo meus direitos torturados.”
Torturados, nesse caso, foram os fatos. Intencionalmente, Dilma ignorou um processo legal, respaldado na mesma Constituição que ela reivindica para desqualificá-lo. Um processo que tramitou na Câmara, obedecendo prazos legais e deu a seu defensor, o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, a oportunidade de expor os argumentos do governo contra as acusações que pesam contra ela. Um processo que, às vésperas de ir à votação em plenário, foi questionado, sem êxito, no Supremo Tribunal Federal (STF). A chefe do Executivo desconsiderou, ainda, uma votação encerrada com folgada margem pró-impeachment. Durante a entrevista no Planalto, a presidente falou que tem certeza de que os deputados sabem que ela não cometeu crime de responsabilidade. Essa não foi a conclusão do Tribunal de Contas da União, instituição auxiliar do Parlamento. Os ministros do TCU consideraram, por unanimidade, que a presidente Dilma Rousseff incorreu nas “pedaladas fiscais” para atrasar repasses a bancos públicos a fim de cumprir as metas parciais da previsão orçamentária. Fez isso em 2014 e insistiu em 2015.
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Em vez de aceitar o que a realidade lhe impõe, a mandatária criou o hábito de atacar adversários. Então, misturou fatos com ilações. Um dos alvos foi o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). “(Ele) tem um retrospecto que não o abona para ser juiz de nada, abona para ser réu”. É fato: existem contra Cunha graves acusações no Petrolão, mas isso é problema para seus pares e para o Supremo Tribunal Federal (STF). Dilma também dirigiu críticas ao vice-presidente, Michel Temer. Em um texto divulgado nas redes sociais anterior à votação do processo de impeachment, a petista acusou Temer de querer acabar com programas sociais. “Querem revogar direitos e cortar programas sociais como o Bolsa Família e o Minha Casa Minha Vida’, afirmou. É ilação. O PT usa, com frequência, como arma política a acusação de que adversários irão acabar com os benefícios sociais. Fez isso na última campanha presidencial, quando desconstruiu a candidatura de Marina Silva (Rede). Temer já deu inúmeras declarações públicas defendendo esses benefícios.
A presidente repete à exaustão que não há acusações contra ela, numa referência à Operação Lava-Jato. “Meu nome não está em nenhuma lista de propina. Tampouco sou suspeita de qualquer delito contra o bem comum”, afirmou. Pode-se chamar esse discurso de meia-verdade. Se não há, de fato, indícios de enriquecimento, existem nas investigações que apuram corrupção na Petrobras depoimentos de delatores afirmando que Dilma sabia do Petrolão e indicando o uso de propina em suas campanhas. O senador Delcídio do Amaral (MS), ex-líder do governo, implicou a petista na tentativa de barrar a investigação. De acordo com Delcídio, Dilma teria nomeado o ministro Marcelo Navarro para o Superior Tribunal de Justiça (STJ) com a missão de liberar empreiteiros presos pela Polícia Federal. A presidente e o ministro Navarro negaram a existência de qualquer acerto escuso. O senador acusou o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, de tentar convencê-lo a não fechar a delação, oferecendo inclusive ajuda financeira. Não teria sido uma ação isolada do ministro, mas uma ação coordenada pelo Planalto. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao ministro Teori Zavascki, do Supremo, o conteúdo da delação premiada de Delcídio para que seja avaliada a abertura de inquérito contra Dilma. Interferir em investigações é crime. Na quarta-feira 20, Zavascki, numa demonstração de que o teor dos depoimentos de Delcídio teria respaldo nos fatos, decidiu anexar trechos da delação que fazem citações a Dilma, Temer e Lula no principal inquérito da Lava Jato.
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Lula quer desqualificar o impeachment. Na lógica petista,
uma mentira contada muitas vezes se torna verdade

A estratégia de tentar desqualificar o processo de impeachment ganhou agora uma versão internacional. Dilma decidiu levar sua tese de “golpe” para um discurso na ONU. Ainda no Brasil, disse a jornalistas estrangeiros que, por trás da tentativa de impedimento, estaria o objetivo de um grupo de chegar à Presidência sem ter que se submeter à vontade popular. “É (o processo de impeachment) a maior fraude jurídica e política da história do País”, afirmou. A verdade é que não há ilegalidades no processo de impeachment. A Constituição prevê a possibilidade de cassação quando o governante comete crime. A presidente atenta contra os outros poderes quando diz que o processo é ilegal. Coube ao ministro Celso de Mello, decano do Supremo, afirmar na quarta-feira 20 que a presidente chamar o processo de impeachment de golpe é “gravíssimo equívoco”. O ministro Gilmar Mendes disse que o quadro é de “normalidade”. Além disso, Dilma esquece que o PT foi o partido que mais lançou mão do instrumento, em mandatos anteriores, contra presidentes então no cargo.
Além das reações no Judiciário, as ilações de Dilma provocaram repúdio de parte majoritária do Legislativo. Em nota, 15 partidos que apoiaram a abertura do processo de impeachment acusaram a presidente de “encenar” para a imprensa estrangeira que é vítima de um golpe.  Apoiado por presidentes e líderes de legendas como o PMDB, o PSDB, o DEM e o PSB, o comunicado afirma que Dilma “inverte sua posição de autora em vítima” e repudia “o “triste espetáculo” protagonizado pela presidente. Os oposicionistas alegam que, ao tachar a decisão de golpista, Dilma omite que o rito da tramitação do processo de impeachment foi “chancelado” pelo STF. Entidades que representam procuradores e advogados públicos federais repudiaram a utilização da estrutura da Advocacia-Geral da União para fins partidários. Sem mencionar o nome do ministro José Eduardo Cardozo, da AGU, os servidores criticam a atuação dele por se manifestar classificando como “golpe” o processo de impeachment. “Não é possível admitir que o advogado-geral da União desvirtue o exercício da função atribuída à instituição e atente contra atos praticados por outros Poderes da República”, diz o texto das entidades.
Com o avanço do processo de impeachment, que nesta semana começa a ser analisado pelo Senado, a presidente tenta empurrar a opinião pública contra seus adversários. “Os golpistas já disseram que será necessário impor sacrifícios à população”, afirmou. Mas a própria Dilma já reconheceu a necessidade de o País adotar um severo ajuste fiscal. No início do segundo mandato, ela colocou Joaquim Levy no ministério da Fazenda para promover um pacote de austeridade. Não só não cumpriu o que prometeu como aumentou gastos públicos, sobretudo na liberação de verbas que objetivavam cooptar parlamentares a votar em seu favor. E os poucos cortes efetuados atingiram, diferentemente do que alega Dilma, programas de cunho social como o Pronatec, uma de suas bandeiras eleitorais.
Desesperado para tentar embolar o impeachment no Senado, o governo tenta agora mais uma de suas manobras diversionistas. Senadores governistas conseguiram reunir 27 assinaturas e apresentaram na terça-feira 19 uma proposta de emenda constitucional para a convocação de novas eleições presidenciais. Nenhum dos oposicionistas aderiu. O próprio governo sabe muito bem que não tem a menor chance de isso passar entre os senadores e muito menos entre os deputados. De acordo com parlamentares ouvidos por ISTOÉ, trata-se de uma “cortina de fumaça”. Petistas e alguns apoiadores de esquerda optaram por essa estratégia como uma tentativa de reforçar a tese de “golpe”, com que tentam rotular o processo de impedimento que conta com apoio regimental da Câmara e tem o Supremo como árbitro. O curioso é que esta ideia “republicana” de dar voz aos eleitores novamente só surgiu após a entourage da petista tentar de tudo para evitar o afastamento de Dilma e ainda assim perder a votação no domingo 17.
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Rolando lero
José Eduardo Cardozo joga com as palavras para defender o indefensável
O advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, se esmera em defender o indefensável. Mal terminara a aprovação do processo de impeachment na Câmara, ele já concedia entrevistas desqualificando a Casa. Cardozo, mais uma vez, rompeu o seu papel institucional. Disse que os deputados tomaram uma decisão “absolutamente política”. Esqueceu-se que, se Dilma Rousseff não tivesse cometido crimes de responsabilidade, não sofreria processo algum. O fato é que ela infringiu a lei ao cometer as chamadas pedaladas fiscais e ao emitir decretos sem autorização do Legislativo. Mas Cardozo foi além. Afirmou que a decisão era golpista. “Um golpe na democracia, um golpe nos 54 milhões de brasileiros que elegeram a presidenta Dilma, um golpe numa Constituição que foi fruto de uma conquista histórica do povo brasileiro depois da ditadura de 1964”, disse. Antidemocrático é querer desqualificar o voto de 367 deputados. O que beira o golpismo é dizer que um processo de cassação que teve o rito aprovado pelo STF viola a Constituição. Cardozo só não parece achar errado usar a estrutura de um órgão como a AGU, que deveria zelar pelo patrimônio do Estado, para defender uma presidente acusada de prejudicar os cofres públicos. Quem responde a crimes não é a figura institucional da presidência da República, é a pessoa física Dilma Rousseff. Cardozo não deveria usar o cargo para defendê-la. Nem provocar crises institucionais.
Fotos: WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO; ANDRÉ DUSEK/ESTADÃOI CONTEÚDO; Pedro Ladeira/Folhapress
Fonte:ISTOÉ a instaurar o processo de impeachment.


É PERSEGUIÇÃO DO GOVERNO DO PT CONTRA PARNAÍBA

Atraso de salários
A imprensa da capital vem divulgando que o Secretário da Fazenda Rafael Fonteles já sinalizou de que o estado pode atrasar salários, caso o FPE e o ICMS continuem em queda livre a cada dezena. Cabe registrar que esse atraso já vem ocorrendo em Parnaíba, pelo menos no que diz respeito a pagamento de terceirizados do Hospital Estadual Dirceu Arcoverde. Depois da greve dos professores da rede estadual de ensino, agora é a vez da UESPI parar atividades por conta de greve. Outras categorias reivindicam melhorias salarias e o governador dá as costas para tudo e para todos e se muda para Brasília tentar salvar do impeachment a presidente Dilma. Ainda bem que Parnaíba não deu maioria a este governador. Ele não entendeu ainda que o governo do PT em Brasília já era. Que ele cuide pelo menos do seu, aqui no Piauí.(B.SILVA)
Governo que atrasa não adianta
Os funcionários da saúde, contratados para prestar serviços ao Hospital Estadual Dirceu Arcoverde – Heda, seguem sem receber salários há três meses. E por que só os funcionários de Parnaíba estão em atraso? Que perseguição, heim? (JOSÉ WILSON)

Zé Filho articula audiência de industriais com Michel Temer

 



O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Piauí, Zé Filho levou uma comitiva de presidentes de Federações do Nordeste para uma audiência com o vice-presidente Michel Temer. A pauta foi construída a partir da última reunião de presidentes de Federações da Indústria realizando em Fortaleza (CE) no mês de março, quando ficou acertada a construção de uma agenda que atenda a setor produtivo da região Nordeste. Segundo Zé Filho, o vice-presidente foi bastante receptivo ao pleito dos empresários e solicitou a elaboração de um documento contendo uma pauta mínima que atenda ao setor industrial. Participaram da audiência os presidentes de Federações da Indústria do Rio Grande do Norte, Alagoas, Bahia, Paraíba, Ceará, Piauí, Maranhão e de Sergipe.
REUNIÃO NA ASSOCIAÇÃO NORDESTE FORTE
O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Piauí, Zé Filho participou nesta segunda-feira, 25, na CNI, em Brasília, da primeira reunião ordinária da Associação Nordeste Forte, que reúne os presidentes de Federações de Indústria do Nordeste.
A reunião foi coordenada pelo presidente da Federação do Rio Grande do Norte, Amaro Sales e contou também com participação dos presidentes das Federações de Alagoas, Bahia, Paraíba, Ceará, Piauí, Maranhão e de Sergipe.
Diversos temas foram tratados na ocasião, com enfoque a uma necessária elaboração de pauta mínima de desenvolvimento regional do Nordeste.
Também foi abordada a questão da energia de mercado livre, do Nordeste. A região está pagando energia quatro vezes mais caro que o praticado no Brasil. Outros temas que mereceram atenção foram a problemática das renegociações do FINOR e FNE e a publicação do convênio ICMS 31 do CONFAZ, de 08 de abril de 2016.
Esse convênio autoriza os estados e o Distrito Federal a criar condições para a fruição de incentivos e benefícios fiscais, financeiro-fiscais, financeiros e dos regimes especiais de apuração que resultem em redução de valor do ICMS a ser pago, inclusive dos que ainda vierem a ser concedidos.

Procuradoria autoriza envio de grampos da Lava-Jato ao Maranhão

Roseana Sarney
A força-tarefa da Operação Lava-Jato deu parecer favorável ao compartilhamento de provas, em especial um grampo do doleiro Alberto Youssef, com a Corregedora-Geral do Estado do Maranhão para investigação interna sobre fraudes em um precatório no governo estadual durante o governo Roseana Sarney (PMDB). O esquema teria beneficiado a construtora Constran/UTC - do delator Ricardo Pessoa.
"A Corregedoria solicitou a este Juízo o compartilhamento de diálogos telefônicos mantidos por Alberto Youssef com os interlocutores Walmir Pinheiro e Ricardo Pessoa, com destaque para uma ligação telefônica realizada no dia 9 de dezembro de 2013, identificada como '67809200.WAV', na qual "Youssef recebe a confirmação de que a primeira parcela foi disponibilizada na conta da Constran S/A", informou o juiz federal Sérgio Moro em despacho do dia 5 de abril, em que pediu parecer ao Ministério Público Federal sobre o compartilhamento.
Os investigadores da Lava Jato descobriram que Youssef, peça central do escândalo da Petrobras, teria pago propina no governo Roseana - filha do senador José Sarney (PMDB/AP) - para agilizar a liberação de um precatório (dívida judicial) de R$ 134 milhões A dívida era relativa a serviços de terraplanagem e pavimentação da BR-230. Era o quinto na ordem cronológica, mas após o pagamento da propina a construtora "furou a fila" e o valor começou na ser liberado parceladamente. 
Precatório é título judicial que deve ser honrado pelo Executivo, mas o credor geralmente entra numa fila sem fim. A ordem cronológica não pode ser quebrada - a sequência deve ser acatada rigorosamente pela Fazenda devedora.
Nesta segunda-feira (25/4) os procuradores da Lava Jato, em parecer favorável ao compartilhamento dos grampos, destacaram que "os fatos investigados no âmbito da Operação Lava Jato repercutem não apenas na esfera penal, mas também na responsabilidade cível, tributária e administrativa".
"No caso concreto, o compartilhamento de provas requerido pela Corregedoria do Maranhão objetiva instruir "processo administrativo de responsabilização instaurado para apurar possível responsabilidade da empresa Constran SA por prática de atos lesivos contra a Administração Pública Estadual". A Constran pertence hoje à UTC, do delator Ricardo Pessoa.
Para os procuradores da Lava Jato, "existe interesse legítimo daquele Órgão do Maranhão em acessar os autos a fim de adotar eventuais providências pertinentes".
'Leão'
Espécie de parceiro e entregador de dinheiro de Youssef, Carlos Alexandre de Souza Rocha, o Ceará, afirmou à Procuradoria-Geral da República em delação premiada que o doleiro lhe mostrou no final de 2013 um rascunho indicando 'fluxo de propina' dividido em vários níveis, um deles identificado pela palavra 'Leão' - suposta referência ao Palácio dos Leões, sede do Governo do Maranhão.
O doleiro, peça central da Lava Jato, foi preso em março de 2014 no Maranhão, flagrado pagando parte da propina a funcionários de confiança da então governadora, no Hotel Luzeiro, em São Luiz. A Polícia Federal reuniu 19 imagens captadas do circuito de segurança do hotel da movimentação do doleiro.
Estadual
As investigações de propina no governo Roseana começaram na Lava Jato, em Curitiba, mas foram enviadas no ano passado para a Justiça Estadual no Maranhão. Em setembro do ano passado o ex-secretário estadual da Casa Civil de Roseana João Abreu foi preso preventivamente pela polícia. Ele é suspeito de ter recebido R$ 3 milhões em propinas para garantir que o governo maranhense pagaria o precatório à Constran-UTC.
O ex-secretário responde inquérito ao lado do doleiro Alberto Youssef, Rafael Ângulo Lopes e Adarico Negromonte Filho, suspeitos de operar os pagamentos, e o corretor Marco Antonio Ziegert, o Marcão, suposto elo entre Youssef e o governo do Maranhão
Defesa
O defensor de Roseana Sarney, o advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, afirma que "este assunto foi investigado, já tem denúncia recebida pela Justiça e a Roseana foi inocentada. Ela não foi incluída na denúncia. Tudo mais não nos interessa, o processo termina aí para ela."
O advogado Carlos Seabra de Carvalho Coelho, defensor de João Abreu, afirma que "O sr. João Abreu nega veementemente ter recebido propina de qualquer valor, seja de Alberto Youssef, seja de outra pessoa, durante o exercício do cargo de Secretário ou em razão dele."

River derrota o Goiás nos pênaltis e avança de fase pela 'Copa do Brasil'

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cev maio
Em uma noite de muitas emoções no Serra Dourada em Goiânia, a equipe do River foi guerreira e mesmo perdendo no tempo normal por 2 a1, levou a partida para os pênaltis e venceu a disputa contra a equipe do Goiás pelo jogo de volta da primeira fase da Copa do Brasil nesta quarta-feira (27/04).
No jogo de ida, o River-PI venceu o Goiás por 2 a 1 no estádio Albertão, em Teresina e em casa o Goiás devolveu o mesmo placar. O Goiás precisava vencer por 1 a 0 ou por dois gols de diferença. Ao River, bastava o empate.
O River, que tinha vantagem do empate, não tomou conhecimento do adversário e logo aos 8 minutos do primeiro tempo abriu o marcador com o atacante Eduardo, que mal retornou ao Galo após passagem pelo Fortaleza e já foi a campo. O zagueiro Anderson Salles falhou feio, e a bola sobrou limpa para Eduardo. O atacante saiu cara a cara com Ivan e bateu com estilo para abrir o placar no Serra Dourada.
Mas o Goiás não se deixou abater e aos 11 minutos empatou a partida com Rafhael Lucas. Após bola mal afastada pela defesa do River, Rafhael Lucas pegou a sobra, limpou a marcação e bateu colocado para empatar. Jogo já dava indícios de que seria muito bom.
O primeiro tempo foi com o Goiás com mais posse de bola e o River só na marcação, pouco chegou ao ataque.
No Segundo tempo foi o Goiás que fez primeiro, aos 16 minutos, de novo ele, Rafhael Lucas. Cléo apareceu bem e ajeitou de peito para Rafhael Lucas, que levou a melhor sobre a zaga e chutou para virar no Serra. A partir daí foi só pressão do Goiás, mas o River segurou o placar e levou a decisão para os pênaltis.
Após oito cobranças de penalidades para o River, a equipe piauiense venceu a disputa. Quem finalizou a cobrança foi o goleiro Dalton, que é reserva e entrou para jogar no lugar do titular Naylson. Ele ainda fez três defesas.
Agora na segunda fase o River vai encarar pela frente o Botafogo da Paraíba, adversário já conhecido dos riverinos. O público pagante foi de 1.416 pagantes e a arrecadação foi de R$ 15.375,00.

Luciana Trinta reclama da ‘indústria do boato’


A Ex-Prefeita de Araioses Luciana Trinta, pré-candidata a prefeita de Araioses, reclamou no facebook da ‘indústria do boato’ na cidade que inventa “todo tipo de mentiras”. “Em ano eleitoral, a indústria do boato é a que mais prospera em Araioses. Fazer fofoca vira o passatempo preferido de quem não tem o que fazer. Foi só eu afirmar que serei candidata a prefeita que começaram a inventar todo tipo de mentiras”.
“Se essas pessoas usassem a mesma energia para construir, certamente poderiam contribuir para a melhoria da cidade. É como diz o velho ditado: carroça vazia sempre faz mais barulho. Aos fofoqueiros de plantão aconselho que troquem a fofoca pelo trabalho. É muito mais gratificante e recompensador”.

Prova da Mentira inventada em redes sociais, "Luciana não esta inelegível", como eles sonhavam ou invetaram:

O desespero é muito grande, mais ela é sim Pré Candidata.

Má gestão: Ministério Público reforça críticas do SINPROESEMMA à prefeitura de Santa Quitéria


SANTA QUITERIA MANIFESTAÇÃO DIA 3 DE 7 DE 201520150706_0201 to web

Relatório apresentado pelo Ministério Público Estadual sobre a administração municipal de Santa Quitéria reforça as críticas do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (SINPROESEMMA) à gestão do prefeito Sebastião Moreira. O documento, assinado pelo promotor Luiz Eduardo, constatou que o excesso de contratações é um dos fatores para o atraso do pagamento das remunerações dos servidores públicos.

Entre os argumentos levantamentos pelo MP, está o inchaço da máquina pública com indicações políticas em diversos setores da administração municipal. Na Secretaria Municipal de Educação, por exemplo, o MP identificou o gasto mensal de R$277 mil apenas com contratos temporários, prestadores de serviços e cargos comissionados.

O relatório esclarece que algumas funções são dispensáveis a estrutura administrativa e propõe a extinção ou otimização dos cargos como caminho para a diminuição das despesas do município. Essa medida, segundo o Ministério Público, poderá garantir o pagamento dos salários atrasados, que, em algumas categorias, como professores e vigias, chegam a dois meses.

Prejuízos. No documento, o MP também alerta a Prefeitura de Santa Quitéria sobre os desdobramentos jurídicos com os atrasos salariais. Segundo o promotor Luiz Eduardo, o erário público poderá custear ações judiciais de indenização dos trabalhadores, elevando ainda mais as despesas do município e penalizando a população, que terá menos investimentos nos serviços públicos e ainda pagará com a desorganização da prefeitura.

Greves. Sem pagamento a cada 30 dias, os trabalhadores em educação, por meio do Núcleo do SINPROESEMMA, vêm se organizando para denunciar o caos administrativo. No ano passado, os servidores da educação deflagraram greve durante os meses de maio a julho. Neste ano, com a continuação das irregularidades, os servidores se anteciparam e resolveram suspender o início do ano letivo até a prefeitura solucionar a folha de pagamento.

Com Castro saindo da Saúde, Flávio Nogueira deixará a bancada federal



O retorno de Marcelo Castro (PMDB) à Câmara Federal faz com que o suplente em exercício Flávio Nogueira (PDT) deixe a cadeira no Legislativo brasileiro para retornar ao estado. Seu mandato foi marcado pelo repasse de R$ 10 mil da sua cota parlamentar para um escritório de advocacia no Piauí, cujo um dos sócios é Victor Coelho Cavalcante, que por sua vez é sobrinho da esposa do político. A exposição do caso, à época, foi feita pelo Blog Bastidores. Flagrado, o parlamentar devolveu à Câmara o valor correspondente do próprio bolso. 
Fonte:180Graus

População do Betânia reclama de lixão próximo a Caixa D’Água




A pedido da população, o vereador Carlson Pessoa (PPS) esteve hoje (27) em mais um lixão exposto no meio da rua. Dessa vez o parlamentar constatou as condições insalubres sob as quais estão sendo submetidos os moradores da rua Arimateia Carvalho, no Conjunto Betânia, devido a um lixão que tem se formado ao lado de um terreno baldio, próximo a Caixa D’Água.



Há três meses o lixo vem se acumulando devido a ação principalmente de pessoas de outros lugares que levam até materiais tóxicos como pneus e outros recipientes que acumulam água. Carlson Pessoa inspecionou o lugar e irá solicitar providências por parte da Prefeitura de Parnaíba para que a mesma fiscalize o local e encontre uma solução para o problema.




Por Luzia Paula. Fotos: Gleitowney Miranda / Ascom

OPINIÃO: Liminar que trava ônibus no transporte coletivo em Parnaíba nas mãos do Desembargador Brandão


Por:Walter Frota Fontenele

Hoje e, com ajuda de um amigo, eu consegui localizar o processo que emperra há 4 anos as melhorias no Transporte Público Municipal. Desde, 2011, que o processo está parado na mesa do Desembargador Brandão de Carvalho, em Teresina. É interessante verificar que existem 3 (três) Advogados defendendo a Coopertran nesse processo, contra apenas um advogado da Prefeitura Municipal de Parnaíba. O processo se arrasta desde, 2011, sem nunca ter ido ao plenário do TJ-PI para ser julgado.
Eu não sou da área jurídica, mas acho um absurdo uma liminar passar 4 (quatro) anos engavetada e os defensores da Prefeitura Municipal de Parnaíba não tentarem fazer esse processo tramitar normalmente, como deveria ser.


                    Desembargador Luiz Gonzaga Brandão de Carvalho

Amanhã tentarei entrar em contato com o Gabinete do nobre desembargador, Brandão, para verificar o porque de tanta morosidade.
Aguardem mais informações.

EM TEMPO:

Ainda sobre a Liminar do Transporte Público de Parnaíba. Mais estranho é ver que o processo está devidamente marcado como: "Concluso a(o) Relator(a).
Concluso significa que está pronto, pronto para qualquer tipo de manifestação do Magistrado. Se estar pronto e só esperando uma manifestação do Magistrado. Por que há 4 (quatro) anos que a sua situação não muda? Falta vontade do magistrado? Se falta vontade do Magistrado, o que poderia estáar emperrando essa vontade de julgar o processo?
Muitos questionamento.

Fonte: Facebook
Edição:Bernardo Silva

SESI promove evento para o trabalhador em Parnaiba.



Arimatéia Azevedo

Arimatéia Azevedo
É com eles que eu vou


A mídia nacional destacou ontem que aliados de Michel Temer estão receosos quanto a composição da sua equipe, a partir da confirmação pelo Senado, do impeachment da presidente Dilma. Por enquanto, eles acham que os que estão sendo falados, são ‘sem mandatos’, tanto que já apelidaram a eventual gestão de ‘República dos Sem Mandatos’. Mas o risco é, além disso, o vice-presidente convidar elementos de biografia suja. Falam, por exemplo, em Geddel Vieira Lima, que já foi ministro em gestões anteriores. Elizeu Padilha, recém ministro de Dilma, e, também do governo FHC. Padilha tem sido um dos mais assíduos frequentadores do Palácio do Juburu. Para quem não lembra, ele foi flagrado pela PF durante uma das 16 investigações geradas pela Operação Solidária, em 2007, por suspeita de intermediação no favorecimento a empresas investigadas pela PF. Em 2011 foi indiciado pela polícia Federal por formação de quadrilha. Tucanos que se dividem entre os que aceitam participar da gestão Temer e os que querem ficar de fora, admitem, que o vice-presidente está cercado de pessoas que não refletem, positivamente, o anseio de parte da população que foi para as ruas gritar contra a corrupção e pelo fim do atual governo. Porque muitas delas, respondem, também, pro processos na justiça pelas práticas nada republicanas no exercício de cargos ou mandatos eletivos. Por enquanto, a reação em Brasília é em relação à formação do futuro governo da República dos Sem Mandatos. Mas parece que não está surtindo efeito a reação. É com eles que Michel vai, diria um próximo assessor do vice-presidente.







Marcelo Castro deixa o Ministério da Saúde e volta para o PMDB cujo chefe, Michel Temer, quer sua expulsão







Sem emprego Marcelo Castro deve amanhecer hoje despido do cargo de ministro da Saúde.
Anteontem, tinha uma licitação de R$ 12 milhões e, ontem, ele anunciou que deixaria o ministério.

Antecipação
O curioso é que a campanha de vacinação contra a pólio só vai ocorrer daqui a cinco meses, mas a escolha da agência foi antecipada.
Uma empresa do Ceará era a favorita.

Perdido
Fora do ministério, Marcelo parece estar tão perdido quanto o cão que cai do caminhão de mudança.
É do PMDB, mas ao votar contra o impeachment, ficou numa situação em que ninguém quer vê-lo próximo do futuro presidente Michel Temer, que já inclusive determinou a sua expulsão da legenda.

Marcelo Castro deixa ministério depois de anunciar licitação

Por Bruno Santiago, de Brasília     

 
O deputado federal Marcelo Castro deixou nesta quarta-feira (27) o cargo de ministro da Saúde. Seu pedido de exoneração já estaria pronto para ser entregue à presidente Dilma. Curiosamente, Castro deixa o ministério um dia após o anúncio da realização de licitação de mais de R$ 12 milhões na sua Pasta.
 

Segundo o apurou o G1, a assessoria do Ministério da Saúde informou que o ministro Marcelo Castro esteve na noite desta quarta no Palácio do Planalto, onde entregou sua carta de demissão ao chefe de gabinete da presidente Dilma Rousseff, ministro Jaques Wagner.
 
Eleito deputado federal pelo PMDB-PI em 2014, ele se licenciou do mandato e estava no comando da Saúde desde outubro do ano passado.

Em março deste ano, o PMDB decidiu romper com o governo da presidente Dilma Rousseff e entregar os cargos no Executivo, mas Castro permaneceu.

Semana passada o acreditado colunista Claudio Humberto chegou a denunciar que servidores do Ministério da Saúde haviam relatado aos órgãos de controle um ‘frenético’ ritmo de assinatura de contratos e antecipação até de gastos que estavam previstos somente para o segundo semestre.

Já o jornalista Lauro Jardim, do O Globo, destacou que um dos últimos atos de Marcelo Castro como ministro da Saúde seria a licitação marcada para terça-feira (26), no valor de R$ 12 milhões, onde seria escolhida a agência de propaganda que fará os comerciais da campanha de vacinação contra a pólio.

Só que a vacinação, segundo destaca Lauro Jardim, ocorrerá em setembro, portanto, daqui a cinco meses.

Jardim chegou a antecipar que, entre as agências concorrentes, (Calia, Lowe, Agnelo), a favorita seria Propeg.

Lava Jato: defesa de Lula pede afastamento de procurador

Advogados alegam que Carlos Fernando dos Santos Lima tem dado 'declarações de pré-julgamento' e pedem que ele seja afastado das investigações que envolvem o petista,


O ex-presidente, Luiz Inácio Lula da Silva participa de ato contra o impeachment da Presidente Dilma Rousseff
Defesa de Lula acusa procurador de afrontar 'princípio da presunção da inocência'(Divulgação/Agência Brasil)
Os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva protocolaram nesta quarta-feira, no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), um pedido para que um dos principais integrantes da força-tarefa da Operação Lava Jato, o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, seja afastado das investigações que envolvem o petista.
A defesa alega que o procurador tem dado "declarações de pré-julgamento" e expressando "juízos de valor" sobre Lula na imprensa sem "nenhum fato concreto, julgamento justo ou mesmo apuração concluída". Os advogados também acusam Carlos Fernando de "ter afrontado o princípio da presunção da inocência e sigilo de Justiça, e por ter revelado um anseio pessoal em envolver indevidamente o ex-presidente na Lava Jato".

Os advogados pedem também que o Conselho atue para que o procurador não dê mais declarações sobre as investigações que envolvem Lula e seus familiares.
No fim de semana, em entrevista à revista Época, Carlos Fernando afirmou que há uma linha de investigação que aponta Lula como o chefe do esquema de desvios da Petrobras. Nesta quarta, ele deu declarações semelhantes à rádio Jovem Pan.
Atualmente, as investigações sobre o ex-presidente estão sob os cuidados do Supremo Tribunal Federal e não da força-tarefa responsável pela Lava Jato.
O relator do caso no CNMP, responsável por tratar de questões administrativas relacionadas a procuradores do Ministério Público, será o conselheiro Leonardo Henrique de Cavalcante Carvalho.
(Com Estadão Conteúdo)